A presença do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, no velório de Paulo Angioni, gerou polêmica. O evento, realizado no último domingo, 13, nas Laranjeiras, foi marcado pela escolha do agasalho rubro-negro que Bap usou, o que provocou discussões nas redes sociais e na mídia esportiva.
O assunto foi abordado no programa Placar Aberto desta segunda-feira, 14, pelo apresentador José Ilan e pelos comentaristas André Garone, Raisa Simplicio, Paparazzo Rubro-Negro e Fabiano Bandeira. Angioni, que faleceu aos 80 anos após uma luta contra o câncer no pâncreas, teve uma carreira marcante como diretor de futebol, com passagens por clubes de grande renome, incluindo Fluminense, Vasco e Corinthians.
A escolha do traje por Bap no contexto do velório levantou questões sobre a adequação da vestimenta em momentos de luto e respeito. A repercussão do episódio destaca a atenção que as ações de figuras proeminentes no futebol recebem, especialmente em situações delicadas.
A morte de Angioni, um profissional respeitado no esporte, também serve como um lembrete da fragilidade da vida e do legado que ele deixou no futebol brasileiro.
Fonte: placar.com