Operação Somnus revelou uma rede que sedava mulheres para gravar e distribuir vídeos de abuso — prisões ocorreram em três estados e mandados foram cumpridos em cinco. Como a ação internacional (com dados da Europol) ajudou a desarticular esse esquema?
Operação Somnus: investigação, prisões em SP/BA/CE, mandados em cinco estados e apreensão de dispositivos digitais
Operação Somnus apurou uma rede que dopava mulheres e gravava vídeos para obter lucro. A Polícia Federal cumpriu mandados em cinco estados e prendeu suspeitos na ação.
Investigação e cooperação
A apuração envolveu troca de dados com a Europol e outras forças. Isso ajudou a mapear contas e vítimas em vários países.
Prisões em SP, BA e CE
Prisões foram confirmadas em São Paulo, Bahia e Ceará. As equipes prenderam suspeitos apontados como organizadores e divulgadores do material.
Mandados em cinco estados
Foram cumpridos mandados também em outros estados do país. Buscas visaram endereços, dispositivos e contas online. Os mandados permitiram apreensões e coleta de provas digitais.
Apreensão de dispositivos digitais
Agentes apreenderam celulares, notebooks, HDs e pendrives em bolsas de evidência. Os aparelhos foram lacrados e enviados para perícia digital.
A perícia analisa arquivos, metadados e histórico de acesso. Esse trabalho ajuda a ligar autores aos crimes.
Impacto para as vítimas e medidas legais
Divulgar vídeos sem consentimento é crime e traz punições severas. Vítimas recebem apoio e podem pedir bloqueio ou remoção do conteúdo. Preservar a cadeia de custódia é essencial para provas digitais.
Fonte: TecMundo