Diabetes pode variar em situações de estresse, provas longas e sono irregular — será que isso explica o receio de Babu Santana no BBB26? Aqui vamos esclarecer os principais mitos e verdades sobre monitoramento, tabagismo, sensores e fatores de risco de forma direta e acessível.
Como estresse, provas e rotina afetam a glicemia
O diabetes pode mudar quando você está estressado. O corpo libera hormônios que alteram a glicemia.
Estresse e glicose
Quando você fica nervoso, o corpo solta cortisol e adrenalina. Esses hormônios fazem o fígado liberar mais açúcar no sangue. O resultado costuma ser glicemia mais alta por algum tempo.
Provas e pressão emocional
Provas longas e situações de pressão aumentam o nervosismo. Quem estuda por muitas horas pula refeições ou come rápido demais. Esses hábitos podem causar variação grande na glicose.
Rotina, sono e atividade
Sono ruim deixa o corpo menos sensível à insulina. Exercício regular ajuda a controlar a glicemia na maior parte do dia. Já exercícios muito intensos podem subir a glicose de forma temporária.
Práticas simples para controlar
Monitore com frequência e anote o que mudou no dia. Planeje lanches saudáveis para evitar quedas de glicose. Respire fundo por alguns minutos para reduzir o estresse antes de provas.
Quando procurar ajuda
Se a glicemia variar muito durante situações de estresse, fale com seu médico. Ajustes em medicamento ou no plano alimentar podem ser necessários. Leve registros das leituras e descreva o que vinha acontecendo no dia.
Sensor contínuo: vantagens, alertas e predições para controle
O sensor contínuo facilita o monitoramento da glicemia ao longo do dia.
Ele mostra tendências e reduz a necessidade de picadas no dedo.
O sensor é uma ferramenta útil no controle do diabetes.
Vantagens
Você vê a direção da glicose com setas e gráficos claros.
Isso ajuda você a tomar decisões antes de a glicemia subir ou cair.
O sensor registra durante a noite e alerta para hipoglicemia ao dormir.
Menos punções e mais dados para o seu médico entender o padrão.
Alertas e predições
Os alertas avisam quando a glicemia pode ficar alta ou baixa.
Alguns sensores têm alertas preditivos, que avisam antes de a queda começar.
Predição usa tendências para estimar o que vem nas próximas horas.
Lembre que existe atraso entre o sangue e o líquido do sensor.
Esse atraso é chamado de latência e pode ser de alguns minutos.
Como usar melhor
Configure alarmes de acordo com suas metas e rotina diária.
Verifique tendências antes de comer, dirigir ou treinar.
Em caso de leitura inesperada, confirme com teste capilar.
Compartilhe os dados com seu médico ou familiar de confiança.
Limitações e cuidados
O sensor pode irritar a pele em algumas pessoas.
Nem todos os modelos cobrem o custo; verifique planos e cobertura.
Mesmo com sensor, mantenha consultas regulares e acompanhamento médico.
Cigarro, obesidade e outros fatores de risco no diabetes tipo 2
O diabetes tipo 2 tem várias causas e fatores de risco comuns.
Cigarro e diabetes
O cigarro aumenta a inflamação e prejudica a circulação do corpo.
Essas alterações pioram a sensibilidade à insulina e elevam o risco de diabetes.
Fumar também aumenta a chance de problemas cardíacos e feridas que não cicatrizam.
Obesidade e resistência à insulina
A obesidade, especialmente a gordura na barriga, é um grande fator de risco.
A gordura abdominal libera substâncias que atrapalham a ação da insulina.
Resistência à insulina é quando o corpo precisa de mais insulina para reduzir a glicose.
Outros fatores de risco
Histórico familiar e idade maior aumentam a chance de ter diabetes tipo 2.
Vida sedentária e dieta rica em açúcar e ultraprocessados também colaboram bastante.
Pressão alta e colesterol alto costumam ocorrer junto com maior risco.
Alguns medicamentos e condições de saúde ainda elevam a probabilidade da doença.
Como reduzir o risco
Parar de fumar diminui o risco e melhora a circulação do organismo.
Perder peso, mesmo aos poucos, melhora a sensibilidade à insulina de forma clara.
Fazer atividade física regular ajuda a controlar o peso e a glicemia diária.
Prefira refeições com fibras e proteínas, e reduza o consumo de açúcar refinado.
Faça exames regulares e converse com seu médico sobre prevenção e acompanhamento.
Fonte: Portal LeoDias