A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) comemorou o afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal, mas não pretende solicitar sua prisão. A estratégia é deixar essa postura mais radical para outros grupos da direita, evitando assim a impressão de vingança. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), enfatizou que Andrei deve ter o direito à ampla defesa e, caso seja comprovada a prática de crimes ao final do processo, a prisão poderá ser considerada.

O senador Rogério Marinho (RN), coordenador da campanha de Flávio, também rejeitou a possibilidade de prisão imediata. Ele mencionou que o partido Novo já solicitou essa medida ao STF, referindo-se à ação do partido de Romeu Zema. A defesa da prisão de Andrei foi reforçada pelo senador Carlos Viana (PSD-MG) durante uma declaração feita nesta terça-feira (8).

Fonte: redir.folha.com.br