O ministro Alexandre de Moraes determinou que Eduardo Bolsonaro inicie o cumprimento de uma pena de quatro anos e dois meses em regime semiaberto. A decisão reflete a disposição do ministro em enfrentar possíveis retaliações, especialmente considerando que Eduardo poderá ser um dos primeiros alvos caso os senadores bolsonaristas consigam os 54 votos necessários para reverter a situação.
Embora a decisão não impacte diretamente a rotina de Eduardo, que reside nos Estados Unidos, o cenário político pode mudar rapidamente. Se seu irmão for eleito presidente, Eduardo precisará ser perdoado antes de assumir um cargo, como o de ministro das Relações Exteriores.
A movimentação política em torno da condenação de Eduardo e a posição de Moraes indicam uma tensão crescente no cenário nacional, além de suas possíveis repercussões para o futuro da família Bolsonaro.