Moya é o robô humanoide biomimético da Droidup, com pele aquecida e expressões faciais que tentam reproduzir empatia — mas visual e custo alto dividem opiniões. Quer entender por que tanta curiosidade e receio em torno dessa máquina?
O que é a Moya: tecnologia, pele quente e biomimetismo
Moya é um robô humanoide biomimético criado para imitar aspectos humanos. Tem pele sintética aquecida que simula o calor do corpo. O objetivo é tornar o contato mais natural em atendimentos e serviços.
Design e pele quente
A pele de Moya é feita com materiais flexíveis, parecidos com borracha macia. Ela esconde sensores e fios sem perder a textura realista. O aquecimento usa camadas finas que mantêm uma temperatura agradável ao toque.
Como o biomimetismo funciona
Biomimetismo significa copiar formas e movimentos da natureza. No caso da Moya, a ideia é reproduzir gestos, posturas e microexpressões. Pequenos motores e articulações bem sincronizadas criam movimentos suaves e mais humanos.
Sensores e inteligência
Moya usa câmeras, microfones e sensores táteis para perceber o ambiente. A IA interpreta sinais simples, como rostos e vozes, e decide respostas básicas. IA quer dizer inteligência artificial, um software que aprende padrões a partir de dados.
Por que a aparência importa
A pele quente e as expressões ajudam na aceitação do robô por pessoas. Em bancos, museus ou postos de atendimento, essa naturalidade pode facilitar o diálogo. Ainda assim, a aparência muito humana pode gerar estranhamento em algumas pessoas.
Limites técnicos
Apesar do avanço, existem desafios na durabilidade da pele e na precisão das expressões. Componentes finos podem exigir manutenção constante. Além disso, a IA ainda não entende nuances complexas de emoção humana.
Aplicações previstas, reação do público e detalhes do preço e lançamento
Moya deve atuar em bancos, museus e serviços públicos para atendimento humano.
Também pode ajudar em check-ins, informações e tarefas repetitivas do dia a dia.
A presença de um robô com pele quente facilita a interação com pessoas.
Reação do público
Muita gente ficou curiosa, no primeiro contato, mas algumas pessoas sentiram estranhamento.
A aparência humana pode gerar empatia, mas também causar desconforto em alguns usuários.
Testes em ambientes reais serão importantes para medir aceitação do público a longo prazo.
Preço e lançamento
A empresa projeta venda apenas a clientes institucionais e limitado, com preço alto.
O lançamento comercial está previsto para 2026, segundo a fabricante Droidup, com início gradual.
Ainda não há valor final, mas estimativas mostram custo elevado por unidade.
Compra será voltada a instituições de grande porte, como bancos e órgãos públicos.
Manutenção e atualização podem tornar o custo total ainda maior ao longo do tempo.
Fonte: TecMundo