Tecnologia forense identifica suspeito no caso do cão Orelha com Mercure

Tecnologia forense entrou no centro do caso do cão Orelha: a Polícia Civil usou o software francês Mercure para cruzar imagens, celulares e geolocalização. Quer entender como essa combinação de dados ajudou a montar a linha do tempo e a apontar inconsistências nas versões apresentadas?

Como o software Mercure foi usado na investigação: análise de dados, imagens e geolocalização

Tecnologia forense como o Mercure reúne dados de várias fontes. A polícia compara imagens, celulares e registros digitais. O objetivo é montar fatos e horários. Isso ajuda a ver onde cada pessoa estava.

Análise de imagens e metadados

O Mercure processa imagens e lê metadados, como data e local. Metadados são informações embutidas na foto. Eles mostram hora, modelo do aparelho e coordenadas quando disponíveis. A equipe também compara imagens de câmeras públicas e privadas para confirmar identidades.

Geolocalização e mapas

O sistema cruza sinais de GPS e torres de celular. Assim, cria pontos no mapa que mostram possíveis rotas. A investigação verifica horários e deslocamentos para confirmar versões. Pequenas diferenças nos horários podem indicar contradição nas declarações.

Cruzamento de dados e linha do tempo

Com todas as fontes, o Mercure monta uma linha do tempo clara. Ela mostra quem estava onde e em que horário. Isso facilita achar inconsistências e evidências digitais. A polícia usa essas pistas para orientar novas perguntas e buscas.

Fonte: www.TecMundo.com.br