Vojvoda sob pressão: Santos já teve 14 técnicos em cinco anos

Santos vive um momento de tensão: após o empate com o São Paulo, a equipe soma sete jogos sem vencer e as vaias aumentaram a cobrança sobre Vojvoda. Com um histórico de diversas trocas de técnico, fica a pergunta: a diretoria manterá a confiança ou voltará a mudar o comando?

Crise de resultados: sequência sem vitórias, vaias da torcida e próximos desafios

O Santos não venceu nas sete últimas partidas. A pressão sobre o técnico e o elenco aumentou.

Sinais do problema

O time perdeu fluidez no ataque e erra muitas saídas de bola. Falhas defensivas simples viram chances claras para os adversários.

Reação da torcida

As vaias voltaram a aparecer dentro do estádio. Isso gera tensão e cobra uma resposta rápida da equipe.

Impacto na tabela

Os pontos perdidos empurram o clube para posições perigosas na classificação. Cada jogo agora vale mais para a sequência da temporada.

O que pode mudar

O técnico pode ajustar a marcação e testar novas formações nos treinos. Também é possível rodar o elenco para buscar mais ritmo e foco.

Próximos desafios

O calendário traz confrontos diretos contra rivais que lutam pelas mesmas vagas. Vencer partidas chave pode aliviar a pressão e recuperar a confiança.

Histórico de trocas: lista dos treinadores dos últimos cinco anos e comparação com rivais paulistas

Santos teve quatorze técnicos nos últimos cinco anos, com mudanças frequentes no comando.

Lista de treinadores

A lista inclui demissões, saídas por acordo e substituições interinas em vários momentos.

  • Treinadores de curto prazo tendem a ficar menos de seis meses no cargo.
  • Interinos entram para manter o time até uma nova contratação fixa.
  • Treinadores com mandato maior tentam implantar um projeto técnico mais claro.
  • Trocas constantes geram custos e incerteza para o planejamento dos jogadores.

Comparação com rivais paulistas

Rivais como Palmeiras, Corinthians e São Paulo mostraram mais estabilidade técnica nos últimos anos.

Essa estabilidade ajudou na implantação de projetos e na conquista de títulos importantes.

Menos trocas permitem planejamento de longo prazo e formação de um estilo de jogo.

Consequências e observações

Demissões frequentes aumentam a pressão sobre jogadores e também sobre a diretoria.

Falta de continuidade costuma refletir em queda de rendimento a cada mudança.

Um caminho passa por planejamento claro, paciência e escolhas que priorizem um projeto.

Fonte: Placar.com