Gominho, um dos mais próximos amigos de Preta Gil, compartilhou suas emoções em relação à artista no documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, que será lançado na próxima segunda-feira, 20 de novembro, marcando um ano da morte da cantora. Em seu depoimento, o apresentador revelou que mantém conversas mentais com Preta, afirmando que sente suas respostas. “Ela é uma luz muito forte. A ausência dela é inevitável. Preta era minha conselheira; eu não fazia nada sem consultá-la”, relatou.
Durante a gravação, Gominho recordou o período em que decidiu deixar tudo para apoiar Preta durante seu tratamento contra o câncer. Em 2023, quando a cantora recebeu o diagnóstico, ele pediu demissão e se mudou para o Rio de Janeiro para ficar ao seu lado. “As pessoas diziam que eu havia parado minha vida por três anos. Naquele momento, eu não processava, mas, após a morte dela, percebi que não tinha para onde ir e acabei me endividando. Preta queria me ajudar, mas eu não aceitava”, confessou.
O apresentador ainda contou que, após a perda, enfrentou críticas sobre sua maneira de lidar com a dor. “Quando Preta faleceu, muitos acharam um absurdo eu ir ao ‘Mais Você’ e não estar chorando. Mas eu já havia chorado por anos antes. Naquele dia, eu não tinha mais lágrimas”, completou.
Além de Gominho, o ator Otávio Muller também participou do documentário, compartilhando sua experiência com Preta. Casados no passado e pais de Francisco Gil, o único herdeiro da cantora, Otávio relembrou momentos do início do relacionamento, que começou após a novela “Vale Tudo”, em 1989. “Conheci a Preta de verdade quando ela participou do clipe da Marina Lima, sua prima. Após nossa separação, nossa amizade cresceu ainda mais. Nos amamos muito, mas não éramos feitos para o casamento”, explicou.
Fonte: caras.com.br