Em setembro de 2026, cidades como Pádua, Ipswich e Elche se destacam não apenas por suas populações, mas pela presença de campeões mundiais em seus clubes locais. O Padova conta com o argentino Papu Gómez, vencedor da Copa do Mundo de 2022; o espanhol Juan Mata, campeão em 2010, defende o Melbourne Victory; e o francês Thomas Lemar, que levou o título em 2018, joga pelo Elche.
Esses nomes fazem parte de uma tendência crescente, onde jogadores renomados estão se afastando dos grandes centros do futebol. Enquanto o mercado norte-americano atrai estrelas como Lionel Messi e Rodrigo De Paul, que brilham no Inter Miami, outros campeões mundiais também buscam novos desafios em ligas menos tradicionais. Antoine Griezmann e Hugo Lloris são exemplos de atletas que se juntaram ao Orlando City e ao Los Angeles FC, respectivamente.
O Catar tem se tornado um destino relevante, com figuras como Javi Martínez, Julian Draxler e Presnel Kimpembe, todos jogadores que conquistaram a Copa do Mundo em diferentes edições. Além disso, outros campeões estão se espalhando por clubes europeus, com N’Golo Kanté no Fenerbahçe e Olivier Giroud permanecendo no Lille.
Enquanto isso, Juan Mata, agora com 38 anos, faz sua parte no futebol australiano desde 2025. Entre os campeões de 2022 pela Argentina, muitos retornaram ao seu país natal, atuando em clubes fora dos holofotes, como Nicolás Otamendi no River Plate e Ángel Di María no Rosario Central.
Essas mudanças refletem um novo cenário no futebol mundial, onde campeões se adaptam a novos desafios e mercados, ampliando suas carreiras em diferentes partes do globo.